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19/03/2014 | 05:36 | Saúde | Três de Maio

HSVP recebe repasse do governo do RS para serviços do SUS

Recursos do cofinanciamento deve representar aumento médio de 30% na tabela SUS

Recursos do cofinanciamento deve representar aumento médio de 30% na tabela SUS
Foto: Divulgação/HSVP
Na última semana, o governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, anunciou o repasse de R$ 250 milhões para complementar os valores pagos por serviços prestados por hospitais filantrópicos para o SUS. A resolução que institui a política de incentivo foi assinada em cerimônia no Palácio Piratini, em Porto Alegre, com a presença do governador Tarso Genro, do vice, Beto Grill, e da secretária estadual de Saúde, Sandra Fagundes.
Representando o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) de Três de Maio, estavam presentes o diretor executivo, Samuel Meoti, a gerente de Atendimento do Hospital Banco de Olhos, Alexandra Mari Vanti, o gerente de Controladoria da Rede Verzeri, Ramirez Mattos Filho, e o coordenador de Contabilidade da Rede Verzeri, Everton Fornari.
Ao todo, 230 entidades filantrópicas no estado, inclusive o HSVP, são responsáveis por cerca de 70% das internações hospitalares. O repasse deve resultar no aumento da oferta de serviços e enfrentar os pontos críticos do atendimento hospitalar de média complexidade no RS. Os recursos deste cofinanciamento representam um aumento médio de cerca de 30% na tabela SUS, paga pelo governo federal. O detalhamento dos valores deve estar disponível até o final de março.
A secretária Sandra ressaltou que o governo do Rio Grande do Sul está assumindo sua parcela de responsabilidade no financiamento do Sistema Único de Saúde e, assim, incentivando a produção e a qualificação do atendimento prestado pelos hospitais filantrópicos. “O SUS depende da boa relação entre os gestores e prestadores de serviços. E hoje vivemos um círculo virtuoso na saúde do Estado, distante daquela época de litígio e desconfiança”, comentou.
O presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do RS, Júlio Dornelles de Matos, lembrou que até 2010 a rede vivia uma realidade insustentável financeiramente. “Nosso endividamento chegava a R$ 1 bilhão e com um déficit anual de R$ 310 milhões”, disse. “Hoje vivemos um novo patamar, já vislumbrando o caminho para a solução. Estamos com condições de crescer com o amparo que temos por parte do Estado”, completou Matos.
Fonte: DM 3 Assessoria
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