As alunas Taciana Ferster Schneider, Ana Júlia Cassol, Ana Luísa Dal Forno, Brenda Luisa Buttinger Rodrigues e
Mauren Júlia Blume da SETREM terão seus nomes publicados em revista mundial em formato digital sobre os 500 anos da Reforma. A atividade é alusiva ao jubileu que
será comemorado em 2017 e tem o apoio da Rede Sinodal de Educação. Os protestos para um mundo melhor, redigidos em forma de tese, foram elaborados durante aulas do
Ensino Religioso com os professores Mariza Allebrandt e Mário Studt. As teses foram escritas em Língua Alemã. Em todo mundo foram selecionadas 95 e todas serão
enviadas à Alemanha onde concorrem a um prêmio de 500 euros, que servirá de incentivo para a realização de um projeto na escola.
Algumas teses serão compartilhadas com escolas da África, da Ásia, da América do Norte e da América do Sul. Os materiais serão publicados na
plataforma www.schools500reformation.net/de/.
Durante a aula com a professora Marisa, a aluna Taciana Ferster Schneider, do 4º do Ensino Fundamental,
séries iniciais, escreveu: “Deveríamos praticar mais honestidade e menos a falsidade, ter menos corrupção e mais responsabilidade, estar mais comprometido
com as necessidades da população”. Traduzido para a Língua Alemã foi escrito assim: “Wir sollten mehr Ehrlichkeit üben und weniger
Lügen, weniger Korruption haben und mehr Verantwortung, die sich für die Bedürfnisse der Bevölkerung bereiten könnte.(Johannes Ferster Schneider)
”.
O professor Mário trabalhou a temática com as turmas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Após as explicações
e observações sobre a Reforma, os alunos foram divididos em grupos e desafiados a protestar sobre algo que os incomodavam. A tese do grupo do 8º ano, formado pelas alunas
Ana Júlia Cassol, Ana Luísa Dal Forno, Brenda Luisa Buttinger Rodrigues e Mauren Júlia Blume, foi o escolhido.
As alunas desejam viver em uma
sociedade mais justa, igualitária e apontam caminhos para que esse objetivo seja alcançado. “Nós protestamos contra o fato de que na sociedade há muita
desigualdade social, discriminação de gênero e outros... Para melhorar a situação, entendemos que deve haver maior conscientização, o que
deve começar com a educação em casa e na escola”. Em Língua Alemã: “Wir protestieren gegen die Tatsache, dass in der Gesellschaft gibt, eine
Menge soziale Ungleichheit, Diskriminierung von Frauen und andere... Um die Situation zu verbessern, glauben wir, dass es größer Bewusstsein sollte sein, dass mit der
Erziehung zu Hause und in der Schule anfangen solte”.
Studt adianta que pretende fazer o resgate desses trabalhos em 31 de outubro, Dia da Reforma,
através da conscientização a respeito dos problemas e alternativas levantados pelos alunos.