No segundo dia de greve convocada pelo Cpers, o movimento ganhou força em Três de Maio e região. Escolas que estavam com atividades normais
ontem, agora decidiram aderir a paralisação.
A presidente do Cpers, Helenir Schürer, explica que o movimento é por tempo indeterminado
e que, mesmo com a possibilidade de corte de ponto dos servidores, a orientação é para que seja feito um ponto paralelo, caso o governo do Estado efetive o
corte.
Entre as reivindicações da categoria estão o fim do parcelamento de salários, reajuste de 13,1% nos vencimentos, cumprimento da
lei do piso — que hoje estaria 69,44% defasado, de acordo com o sindicato —, IPE com pleno atendimento e sem aumento de descontos, o fim do fechamento de turmas e escolas e a
disponibilidade de merenda para todos os alunos.
Instituto Cardeal Pacelli - 60 dos 64 professores estão em greve a partir de hoje. Têm aulas normalmente
as turmas do Pré, 1ª , 3ª e 4ª séries do turno da tarde do chamado Bloco 2.
Escola Castelo Branco - Os professores também
decidiram paralisar as atividades a partir de hoje.
Escola São Francisco - Aulas normais, mas os professores do educandário se reúnem na noite de
hoje.
Ciep Glória Veronese - Os professores vão se reunir ao longo do dia de dia para avaliar a proposta de greve..
Escola
Frederico Lenz de Manchinha – Os professores estão em greve.
Escola Princesa Isabel de Quaraim – Os professores decidiram entrar em greve a partir
de amanhã
Escola Senador Alberto Pasqualini de Consolata – Os professores paralisam as atividades também a partir de amanhã.
Escola Beno Meurer de Caúna – Os professores se reúnem na tarde de hoje para definir se aderem ou não ao movimento.
Escola de Progresso – Os professores se reuniram ontem e não chegaram a um consenso sobre a paralisação. Por enquanto, aulas normais.
Escola Madre Madalena de São José do Inhacorá - Aulas normais, mas os professores estão discutindo se aderem ou não a greve.
Escola Caldas Júnior de Alegria– Aulas normais.
Escola Amélio Fagundes de Independência – Greve a partir de amanhã.