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12/07/2016 | 10:57 | Educação | Três de Maio

Acadêmicos promovem Dia de Campo de Forrageiras de Inverno

Atividade foi realizada na Área Experimental do Campus da Instituição, como atividade integrante do componente curricular Plantas Forrageiras

Atividade foi realizada na Área Experimental do Campus da Instituição, como atividade integrante do componente curricular 

Plantas Forrageiras
Foto: SETREM/Divulgação
A experiência de preparar e realizar um dia de campo foi agregada ao conhecimento dos acadêmicos do 3º semestre do curso de Agronomia da SETREM. O Dia de Campo de Forrageiras de Inverno foi realizado nesta sexta-feira, 8, na Área Experimental do Campus da Instituição, tendo como público os próprios acadêmicos do curso. Porém, a atividade iniciou muito antes, conforme explica o docente Rodrigo Pizzani. “Desafiamos eles para que, dentro da disciplina de Plantas Forrageiras, estruturassem um trabalho com as forrageiras mais utilizadas na região e propusessem alguma forma de como trabalhar elas”, explica.
Segundo Pizzani, ao longo do semestre os acadêmicos fizeram estes estudos práticos, pensaram, elaboraram e conduziram o experimento. “Ao final desta etapa, ao invés de ficarem em sala de aula apresentando os resultados, eles levaram este novo conhecimento aos colegas através do Dia de Campo”, complementa o docente, explicando que cada grupo teve liberdade para apresentar a estação da forma que julgasse mais interessante.
De acordo com a forrageira escolhida pelo grupo para os experimentos, Pizzani propôs desafios específicos, como no caso dos trevos, em que o teste aplicado foi o de dobrar as doses de inoculação para a verificação se isso influenciaria ou não. “Através dos resultados eles fizeram a comparação e avaliaram resultados. Os acadêmicos também explicaram a função de cada uma dessas forrageiras dentro do sistema de pastagem estabelecido nas propriedades”, detalha.
A realização do Dia de Campo, segundo o docente, tem de um lado a pesquisa e de outro a desinibição e a capacidade de comunicação. “Em breve eles serão os profissionais perante público, representando determinada empresa e dando suporte aos produtores, o que exige uma boa comunicação. Além disso, muitos são filhos de agricultores e podem utilizar em suas propriedades os resultados desse comportamento das forrageiras nos experimentos”, conclui Pizzani.
Experiência importante
Para Darlei Stein, a atividade foi bastante válida pois representou um primeiro contato com a experimentação agrícola. “A preparação e o Dia de Campo foram muito válidos, tanto pela oportunidade de implantar os experimentos como na parte da desinibição e comunicação para que tenhamos melhor dicção e saibamos comunicar com propriedade para o público. Isso contribui bastante na carreira profissional do agrônomo”, defende.
O grupo de Stein trabalhou com genótipos de aveia, avaliando a massa seca para pastejo e para cobertura de solo. “Cortamos no domingo, 2, dia em que a aveia chegou em estágio bom, e depois levamos para secar e pesar. Utilizamos três variedades classificadas e uma de saco branco – aveia preta com mistura de vários genótipos que não é classificada como variedade específica. Para nós foi possível ver o benefício do uso de semente selecionada na implantação de uma pastagem. De altura, todos os genótipos variaram de 27cm a 30cm, mas a massa seca diferiu bastante”, conclui.
Fonte: Assessoria de Comunicação da SETREM
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