Depois de pouco mais de quatro anos,
Branco está de volta ao Figueirense. Em 2012, ele foi contratado para ser treinador da equipe e chegou à decisão do Campeonato Catarinense, porém ao perder o
título para o Avaí o tetracampeão mundial foi demitido. Agora, ele retorna ao clube para ser assessor da presidência, função que terá como
missão trabalhar junto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na luta pelos direitos alvinegros.
O presidente alvinegro, Wilfredo
Brillinger, acredita que o clube precisa de uma pessoa que possa estar presente quase que diariamente na sede da CBF em busca de esclarecimentos de interesse do Figueirense, como, por
exemplo, reclamações com a comissão de arbitragem.
— Eu estava fazendo esse trabalho sem um assessor, mas fica difícil de fazer
esse trabalho. Não posso estar lá sempre. Por isso a gente precisava de uma pessoa com currículo forte no futebol brasileiro e que conheça a logística do
esporte. Alguém que conheça bem fora das quatro linhas. O Branco não vai participar do dia a dia do clube, a missão dele é me auxiliar em tomadas de
decisões e uma série de atividades que não são ligadas ao campo — explicou Brillinger.
Em 2013, após deixar o comando do
Guarani, de Campinas (SP), Branco abandonou a carreira de treinador de futebol, sendo o Furacão seu primeiro clube. Se Wilfredo Brillinger procurava experiência fora das quatro
linhas e uma pessoa com boas relações na CBF talvez Branco tenha sido o nome certo.
Branco foi coordenador das categorias de base da
seleção brasileira até 2006, quando deixou a CBF para ser coordenador técnico do Fluminense, até 2009.
— Já
conhecíamos o Branco desde que ele passou por aqui (em 2012). Foi um bom trabalho e ele tem o perfil que nós buscamos. Ele conhece o futebol brasileiro e é respeitado.
Ele vai ter uma relação com a CBF no sentido de uma presença muito intensa — completou Brillinger.
Tuca Guimarães
efetivado
Na entrevista coletiva da tarde desta segunda-feira, no CFT do Cambirela, em Palhoça, o presidente do Figueirense também confirmou que
Tuca Guimarães foi efetivado como técnico do time até o fim da temporada.
— Na vitória é mais fácil efetivar do que
em uma derrota e estamos efetivando depois de perder para o Fluminense. Isso porque nesse período que ele esteve a frente do time como interino, e até antes mesmo como
auxiliar, desenvolveu um bom trabalho. A gente precisava ter a certeza, eu precisava me convencer, que o Tuca era a melhor opção para esse momento — disse o
presidente.