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06/06/2017 | 06:22 | Educação

Reforma da Amélio Fagundes depende de licitação, que leva, em média, 6 meses

Foto: Paulo Marques Noticias
A titular da 17ª Coordenadoria Regional de Educação, Roseli Führ Schaefer, afirmou, na tarde desta segunda-feira (5) em entrevista para a Rádio Colonial, que todos os procedimentos administrativos para a reforma da Escola Estadual de Educação Básica Amélio Fagundes do município de Independência já foram tomados. Segundo ela, assim que a direção do educandário comunicou a CRE, um engenheiro da Secretaria Estadual de Obras foi acionado para avaliar a situação do prédio onde houve um curto-circuito. O local, desde então, encontra-se interditado e as turmas que tinham aulas lá foram transferidas para outro prédio da escola. Esse espaço, no entanto, também necessita de melhorias no sistema elétrico e no telhado. 
A coordenadora reconheceu o problema, mas argumenta que, enquanto as reformas dos prédios da Amélio Fagundes não iniciam, a solução encontrada foi transferir as turmas para um prédio que, ao menos, oferecesse condições de segurança razoáveis para os alunos e professores. “Já encaminhamos o projeto para a reforma em caráter de urgência, mas não é como em uma empresa privada, no serviço publicamos dependemos dos prazos previstos na lei de licitações. Pelos demais projetos que temos acompanhado na região, todo esse processo de licitação, contratação e início das obras leva, em média, seis meses, no mínimo. Pedimos um pouco mais de paciência a comunidade escolar”, explica a coordenadora. 
Ela lembrou ainda que várias obras de melhorias em escolas estaduais estão em andamento na região e citou como exemplo as reformas nas escolas Glória Veronese, Cardeal Pacelli e Alberto Pasqualini de Consolata no município de Três de Maio.
A Escola Estadual Amélio Fagundes foi fundada em 1980 conta com 430 alunos nos ensinos Fundamental e Médio.
Fonte: Radio Colonial
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