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22/09/2021 | 05:33 | Geral

Marcelo Queiroga testa positivo para covid-19 e ficará em quarentena em Nova York

Ele está nos Estados Unidos onde acompanha a comitiva do presidente Jair Bolsonaro à Assembleia Geral da ONU

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga - Marcelo Camargo / ABR

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, testou positivo para covid-19 nesta terça-feira (21). Ele vai ficar em quarentena por 14 dias em Nova York e, por enquanto, não volta  para o Brasil.

O ministro acompanha a comitiva do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York. Ele esteve presente na abertura do evento nesta terça, quando Bolsonaro discursou.

De acordo com a Secretaria de Comunicação (Secom), o ministro está bem. Outros integrantes da comitiva presidencial testaram negativo para a doença, acrescenta o governo.

Queiroga foi centro de polêmica nos Estados Unidos ao responder com gestos obscenos a um protesto que ocorria contra a comitiva de Bolsonaro.  Em vídeos divulgados nas redes sociais, o ministro aparece dentro de um micro-ônibus. Quando passa pela manifestação contra o governo, ele levanta o dedo médio e fica balançando as mãos em direção ao grupo. 

Na rua, um caminhão com um telão exibia frases em inglês com críticas ao presidente, como "Bolsonaro is burning the Amazon" (Bolsonaro está queimando a Amazônia).

A comitiva do presidente Jair Bolsonaro também chamou a atenção nos EUA ao comer pizza na área externa de um restaurante. Os Estados Unidos exigem comprovante de imunização contra a covid-19 para ingressar em ambientes internos, como restaurantes, bares, cafés e lojas.  Ao realizar a refeição do lado de fora, Bolsonaro não teve necessidade de apresentar o documento.  

Em encontro com o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, na segunda-feira (20), Bolsonaro disse ao premiê que não tinha se vacinado.

Discurso de Bolsonaro na ONU
O presidente Jair Bolsonaro discursou nesta terça-feira  na abertura da 76ª Assembleia Geral da ONU.  

Sobre a pandemia da covid-19, disse lamentar por todas as mortes e que sempre defendeu combater "o vírus e o desemprego de forma simultânea". Afirmou ainda que as medidas de isolamento, segundo ele impostas por governadores e prefeitos, deixaram "um legado de inflação no mundo todo".

O presidente também defendeu o tratamento precoce contra o coronavírus, cuja ineficácia já foi cientificamente comprovada:

— Não entendemos porque muitos países, juntamente com grande parte da mídia, se colocaram contra o tratamento inicial. A história e a ciência saberão responsabilizar a todos — discursou.

Fonte: GZH

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