O Joinville começou impetuoso e terminou vitorioso a partida contra o Figueirense, que se repetirá na final do Estadual. Com dois gols
nos primeiros 10 minutos e outro no segundo tempo. A vitória garantiu a liderança do Hexagonal para o JEC que irá decidir o Campeonato Catarinense dentro de casa, no
dia 3 maio. Mas apesar da derrota e quebra da invencibilidade de 12 jogos, o Figueirense volta para Florianópolis classificado para final, após o tropeço da Chapecoense
diante o Inter de Lages.
O jogo começou eletrizante na Arena Joinville e dá esperança de muita emoção para os dois jogos da final
do Catarinense 2015. Com apenas 1 minuto de 5 segundos, na primeira bola levantada na área do Figueirense, o zagueiro tricolor Alef desviou de cabeça e abriu o placar.
O Alvinegro não teve tempo nem de chegar ao ataque com qualidade, quando outra vez o JEC marcou um gol. Dessa vez foi Rogério que mandou para redes livre
dentro da área após cobrança de falta. Eram seis minutos de jogo e o time da casa vencia por 2 a 0.
A partida seguiu acelerada, mas dessa vez com
o Figueirense no ataque. Após duas bolas levantadas na área. Bruno Aguiar segura Marquinhos e o árbitro Sandro Meira Ricci marca pênalti. Aos 11 minutos, Clayton
cobra com categoria e desconta para o Alvinegro.
Mas a reação do Figueirense não continuou e o torcedor pode enfim tomar fôlego após
um início de partida eletrizante. O Joinville passou a se defender e apostar nos contra-ataques, enquanto o Alvinegro era melhor porém não convertia a posse de bola em
chances de claras de gol. O jogo ficou trucando e com muitas faltas, então foi a vez de Sandro Meira Ricci atuar e distribuir amarelos e vermelhos.
Enquanto
Sueliton e Wellignton Saci aproveitam todas a chances para dar uma chegada mais forte ou reclamar, do lado do Figueirense foi Mazola que perdeu a razão. Após reclamar de uma
falta que não existiu, recebeu o amarelo e continuou a reclamar. Resultado: expulso. Mas ele não foi sozinho. Saci também quis reclamar e também foi para o
chuveiro mais cedo.
Mas com 10 em campo e mais espaço para jogadas, os dois times seguiram errando muito e não criaram grandes chances. A
exceção foi um contra-ataque do JEC, mas Tiago Luis completou de cabeça para fora.
O segundo tempo começou tedioso. Os jogadores
continuaram cometendo faltas, recebendo os terceiros cartões amarelos para limpar seu nomes para a final do Catarinense e a partida continuou muito truncada. As
substituições promovidas pelos treinadores pouco resultaram dentro de campo e apenas dois lances fizeram o torcedor arregalar os olhos.
O primeiro
deles foi um chute na trave do volante Fabinho que quase empatou a partida. Dez minuto depois, a torcida na Arena voltou a vibrar quando Marquinhos Pedroso derrubou Augusto César
dentro da área. Pênalti, que Marcelo Costa converteu com habilidade, rente à trave. Era o terceiro do Joinville.
A partir do terceiro gol do
Joinville, foi a vez dos jogadores levarem seus terceiros cartões amarelos e limparem o nome para final do Catarinense. Um festival de cartões (15 no total da partida) e pouco
futebol. Melhor para JEC que garantiu final dentro de casa e ouviu sua torcida gritar "olé" nos minutos finais.