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25/12/2025 | 08:08 | Trânsito

Morre mulher que foi atropelada e teve pernas amputadas após ser arrastada por carro na Marginal Tietê

Caso ocorreu no dia 29 de novembro. Tainara Souza Santos tinha 31 anos. Ela foi submetida a três cirurgias desde então

Caso ocorreu no dia 29 de novembro. Tainara Souza Santos tinha 31 anos. Ela foi submetida a três cirurgias desde então
Ocorrência foi registrada no 73º Distrito Policial (Jaçanã). Google Maps / Reprodução

Tainara Souza Santos, de 31 anos, que teve as pernas amputadas após ser atropelada e ser arrastada por mais de um quilômetro por um carro dirigido por seu ex-companheiro, em São Paulo, faleceu na noite desta quarta-feira (24). Ela estava internada no Hospital das Clínicas desde o dia 29 de novembro, quando ocorreu o caso.

A jovem foi submetida a uma cirurgia para amputação na região da coxa, na terça-feira (23), para reconstrução dos glúteos, conforme o g1. No mesmo dia, passou por procedimento de traqueostomia e uma cirurgia plástica.

A família e o advogado de Tainara foram chamados ao hospital próximo ao meio-dia desta quarta-feira, para se despedir da jovem. A morte foi confirmada por volta das 19h, segundo o g1.

Tainara deixa dois filhos, um menino de 12 anos e uma menina, de sete. Informações sobre o velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.

Relembre o caso

Imagens que circularam nas redes sociais no dia do crime, 29 de novembro, mostram Tainara presa em um carro que trafegava pela Marginal Tietê, em São Paulo. A Polícia Civil aponta que o suspeito de conduzir o veículo é Douglas Alves da Silva, 26 anos, preso no dia seguinte.

Tainara foi arrastada por aproximadamente um quilômetro, após ser atropelada por volta das 6h na saída de um bar no Parque Novo Mundo.

Antes, Tainara havia ido a outro bar com uma amiga e um homem. Conforme o g1, Douglas começou uma discussão com os dois antes de atropelar a mulher.

A família de Tainara argumenta que eles não mantinham um relacionamento sério, apenas saíram algumas vezes. No momento, o crime é tratado como feminicídio.

Fonte: GZH
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