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24/06/2015 | 08:18 | Educação | Três de Maio

Bolsistas da Pedagogia desenvolvem hábito de leitura em Horizontina

Contação de histórias em escola horizontinense integra projeto de pibidianas que promove a aprendizagem de todos os alunos e tem o apoio das famílias, que agendam a visita das acadêmicas

Contação de histórias em escola horizontinense integra projeto de pibidianas que promove a aprendizagem de todos os alunos e tem o apoio das famílias, que agendam 

a visita das acadêmicas
Foto: SETREM/diculgação
Acredita-se que contar história seja uma necessidade imprescindível no processo de desenvolvimento da criança. Muitos são os motivos que nos levam a contar histórias: despertar o gosto pela leitura, o clima de alegria e interesse que elas despertam nas crianças, a magia e o encantamento capazes de despertar nelas um grande potencial criativo. Esta é a opinião da Izalete Vintacourt supervisora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) da SETREM na Escola Municipal de Ensino Fundamental Nelly Dahne Logemann, em Horizontina. Ela e mais duas acadêmicas do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia da Instituição ligadas ao Programa desenvolvem o Projeto de Contação de Histórias nas famílias, no educandário.
O grupo acredita na importância do faz-de-conta, da fantasia, do encantamento das histórias para o desenvolvimento da criança e trabalham isso com a turma de alunos do 2º ano do Ensino Fundamental. “As alunas confeccionam seus materiais, utilizam técnicas diversificadas, têm o acesso à biblioteca da escola para a seleção de livros, procuram variar os gêneros dos textos, são orientadas a conhecer bem a história a ser narrada, planejar antes de contá-la, contar com naturalidade e entusiasmo, e, principalmente a entonação da voz, fazendo com que nesse momento a criança fique envolvida pela história”, relata. 
Para despertar o interesse dos alunos, o grupo utiliza táticas criativas, como a de usar uma cesta com vários objetos que pertencem aos contos infantis que instigam as crianças a relatar de que história pertencem esses objetos. Ao acertar, as acadêmicas leem uma história e comentam sobre ela. Outra “artimanha” é usada quando uma segunda história é contada pelas alunas, a qual não é finalizada, deixando a criança curiosa para descobrir o final. “Como sugestão elas incentivam as mesmas a buscar o final da história na biblioteca ou na internet. Também é feito pintura do rosto. Elas se caracterizam com personagens das histórias infantis, e conforme cronograma estabelecido anteriormente com bilhetes enviados as famílias e a confirmação para as visitas, nos deslocamos até a casa das mesmas, que ansiosas aguardam a nossa visita”, detalha Izalete.
O trabalho realizado recebe grande apoio das famílias que acolhem o grupo carinhosamente. Para a supervisora, o desenvolvimento desse projeto promove a aprendizagem a todos: para as crianças, que são instigadas a imaginar e criar; para as alunas Pibidianas que conseguem vivenciar esta experiência maravilhosa e constatar o quanto é gratificante ver o entusiasmo e o encanto das crianças ao ouvir histórias.  “A contação de histórias abre caminhos para despertar o gosto pela leitura e contar histórias sempre foi e sempre será importante, pois é uma forma de encarar os livros como fonte de prazer”, conclui.
Fonte: Assessoria SETREM
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