Portadores de diabetes estão reclamando pela falta da ira que é usada na
medição para o controle da doença, na secretaria da Saúde de Três de Maio. Os denunciantes dizem, que o material que normalmente era disponibilizado pela
municipalidade não está mais disponível a quase meio ano.
Na falta da tira na secretaria da Saúde, é preciso que se adquira a
mesma nas farmácias.
Glicemia (glicose no sangue) capilar: é verificada por meio de uma gota de sangue obtida por punção capilar (ponta de
dedo), aplicada em uma tira reagente com o uso de um monitor (equipamento que realiza leitura da glicemia capilar) ou pela leitura visual semiquantitativa. Para a leitura visual, aplica-se
o sangue a uma fita com reagente especial e aguarda-se algum tempo, especificado pelo fabricante. Para alguns produtos, o sangue é retirado da fita (utilizando algodão ou
tecidos específicos). O pedaço da fita muda de cor e pode então ser comparado ao padrão na embalagem da fita ou ser inserido em um medidor que dá uma
leitura digital do valor da glicemia. Com o monitor, também se aplica o sangue a uma fita, porém a leitura será feita pelo próprio aparelho. Alguns monitores
existentes no mercado também permitem a verificação visual, em outros a gota de sangue é colocada na fita e inserida no monitor, em outros casos deve-se colocar
a fita no aparelho e depois colocar a gota na fita para que o monitor proceda à leitura.
A monitorização da glicemia capilar e considerada hoje
um fator primordial para o bom controle glicêmico.
Hoje já é possível se realizar a punção em outras áreas do corpo
como antebraço, braço, palma da mão, coxa e panturrilha. São chamados de LAT (locais alternativos de teste), porém, para fazer uso desse método,
deve-se primeiro conversar com a equipe médica.